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Bolsas Louis Vuitton - Preços e Onde Comprar
As bolsas da marca Louis Vuitton fazem sucesso no mundo inteiro, no Brasil não poderia ser diferente. Mesmo com preços elevados, as bolsas e malas da Grife LV, continuam conquistando o público feminino, que está sempre antenado nos últimos lançamentos da marca.

Bolsa da LV, modelo Palermo (Foto: Reprodução)
Quem já teve a oportunidade de conhecer a loja da Louis Vuitton em Paris, a matriz desse sonho de consumo de 11 entre dez mulheres, sabe bem o que é sonhar. Sonhar realmente não custa nada. Caro mesmo é adquirir um modelo qualquer da grife.
Fora que você se depara com filas enormes, sobretudo formadas por japonesas na porta da loja em plena Champs Elisé, berço do bom gosto parisiense. Dá até raiva vê-las saindo com suas sacolas apinhadas…

Tudo começou na segunda metade do século 19, com o fabricante que dá nome às malas e bolsas, feitas em couro e lona, mais desejadas do mundo. No início, como toda pequena manufatura, os modelos eram fabricados artesanalmente, numa oficina. O design diferente das malas logo chamou a atenção dos europeus, que tão logo começaram a imitá-las.

Modelo Neverfull GM (Foto: Reprodução)
Para se defender das falsificações, monsieur Vuitton criou um monograma, famoso até hoje pelo cobiçado LV de suas criações. Em 1987, a marca uniu-se a outra francesa igualmente famosa e luxuosa, a Moet Chandon e virou uma holding, a LVMH, propagando assim seu lugar ao sol para poucos e endinheirados.
No Brasil, nas lojas da marca, há filas a cada nova estação, quando desembarcam por aqui os modelos mais recentes. Quase dez mil pessoas trabalham na Louis Vuitton, em lojas e fábricas espalhadas pelo mundo. Aqui são seis lojas da grife, sendo quatro em São Paulo, uma no Rio, uma em Brasília e mais uma deverá ser inaugurada ano que vem, em Curitiba. Prova de que o terceiro mundo também tem espaço para o comércio de luxo.
Apesar de as bolsas serem o grande foco das consumidoras, a marca é especialista em malas e criou várias ao longo de sua história, como a mala-cama, a mala-secretária e a mala de sapatos, entre outras. Não há nada mais chique do que desembarcar com a sua mala Louis Vuitton no aeroporto.

Malas da Grife LV (Foto: Reprodução)
Obviamente, apesar de todos os esforços para coibir as imitações, o mundo está cheio de falsificações chinesas feitas à imagem e semelhança. Em Barcelona, por exemplo, é fácil comprar de camelôs africanos uma cópia perfeita por 30 euros. Pechinchando saem a dez.
Dentro das lojas, no entanto, o negócio é sério. As bolsas da última coleção, numa vitrine de uma das lojas em Berlin, marcavam entre 495 e 700 euros, o modelo do verão europeu, que só deve desembarcar por aqui em agosto.

Mas o preço de uma bolsa Louis Vuitton pode custar cerca de R$ 2 mil, com garantia de dois anos. É fácil você saber se a sua bolsa Louis Vuitton é original. Uma delas é saber que pagou caro. Outra é perceber que as bolsas originais são feitas em couro de verdade e o forro também tem monogramas.

Mala da LV, modelo Kepall 60 (Foto: Reprodução)
Em muitos sites é fácil encontrar ofertas, mas se são realmente originais fica a dúvida. Uma das mais vendidas é a bolsa Neverfull GM com porta-moedas, uma clássica Louis Vuitton dessas bem grandes.
Outra queridinha do público feminino é a Palermo, que apareceu nas mãos de Scarlett Johanson, uma das contratadas da marca. E tem ainda a Messenger, que imita uma bolsa carteiro, super estilosa e pronta para o dia a dia de gente mais descolada. Já a mala mais cobiçada é a Kepall 60, uma mala de mão lindíssima.
Se você pode comprar uma destas opte pelas originais. O resto é feito com material de segunda e trabalho escravo chinês. E isso está bem longe de ser chique, viu?









